sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Radiologia Veterinária Digital

Exame Mebros Inferiores

Membros Inferiores                                                            

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Efeito Compton

Pixel e Voxel



Tomógrafo 5 - Geração



Tomógrafo 2 - Geração

Tomógrafos

5 -  Geração


4 -  Geração


3 - Geração


2 - Geração


1 - Geração

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Frear Radição


Radiação produzida quando elétrons acelerados são freados bruscamente contra um alvo. A palavra de origem alemã significa: Bremsen= Frear e Strahlung= radiação.

Quando partículas carregadas, principalmente elétrons, interagem com o campo elétrico de núcleos de número atômico elevado ou com a eletrosfera, elas reduzem a energia cinética, mudam de direção e emitem a diferença de energia sob a forma de ondas eletromagnéticas, denominadas de raios X de freamento ou "bremsstrahlung".

A energia dos raios X de freamento depende fundamentalmente da energia da partícula incidente. Os raios X gerados para uso médico e industrial não passam dos 500 keV, embora possam ser obtidos em laboratório raios X até com centenas de MeV. Como o processo depende da energia e da intensidade de interação da partícula incidente com o núcleo e de seu ângulo de "saída", a energia da radiação produzida pode variar de zero a um valor máximo, sendo contínuo seu espectro em energia.

Nota: Na produção de raios X de freamento são produzidos também raios X característicos referentes ao material com o qual a radiação está interagindo. Esses raios X característicos somam-se ao espectro de raios X de freamento e aparecem com picos destacados nesse espectro.

Ao interagir com a matéria, a radiação incidente pode também transformar total ou parcialmente sua energia em outro tipo de radiação. Isso ocorre na geração dos raios X de freamento, na produção de pares e na radiação de aniquilação.

Enquanto que os raios X característicos são provenientes da interação em processos de decaimento.

Estudante de design cria guarda chuva com filmes radiográficos.

A estudante de design industrial mostra sua criação sustentável /Fotos: Divulgação

Você certamente deve ter guardado em casa algum exame de raio- X que, após o diagnóstico, não serviu para mais nada. Mas isso foi até a estudante de design industrial da Universidade da Filadélfia, Anastacia Spada, criar esse guarda-chuva feito com raios-X reaproveitados.

Além de ser a prova d’água, o filme radiográfico é altamente perigoso para o meio ambiente, especialmente se descartado inadequadamente – o que torna sua reutilização ainda mais benéfica. Devido aos componentes químicos presentes no filme, o descarte em lixo comum pode acabar poluindo solo e lençóis freáticos.

Em sua página pessoal, a estudante conta que se inspirou na revista ReadyMade, que mostra dicas e ensina truques para a casa, para criar o guarda-chuva. “Nos foi dada a tarefa de encontrarmos objetos que normalmente são descartados e replanejá-lo de forma semelhante aos projetos encontrada na revista”, conta.
Com cerca de 24 raios-X é possível montar um guarda-chuva novo e totalmente original

Todos os trabalhos entregues pelos alunos seriam apresentados à revista, que ainda pediu uma descrição de cada criação e uma justificativa dizendo por que ela seria interessante para os leitores. “Nosso instrutor desafiou-nos ainda mais, exigindo instruções desenhadas e incluindo apenas o texto mais necessário”.

X-Ray Umbrella

“Apesar de não ser difícil de montar, pode levar algum tempo para recolher os raios-X suficientes. Mas há uma boa razão para fazê-lo: um tempo de vida de um raio-X pode ser maior do que o das fotos de casamento, mas eles raramente são vistos por outra pessoa a não ser o seu médico”, contou a estudante.

Para montar o X-Ray Umbrella são necessários, em média, 24 raios-X grandes, além de um guarda-chuva velho, tesoura, máquina de costura, alica

Desafio Radiológico

                                                           

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Simulador de Raios X

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Sistema Circulatório

Sistema Respiratório

Sistema Sensorial

Sistema Nervoso

quarta-feira, 7 de julho de 2010

O Esqueleto Humano.



Complemento (Video em Espanhol)

Adolescente alérgica tem choque anafilático após beijar namorado

Britânica de 14 anos é alérgica a nozes e beijou namorado após ele comer cereais com avelãs.

Um vestígio de avelã entrou no sistema digestivo de Laura Kukic na escola e em poucos minutos seu rosto inchou e ela ficou com dificuldades de respirar, sintomas típicos de quem sofre um choque anafilático.
Funcionários de um hospital para onde ela foi levada deram uma injeção de adrenalina para a adolescente, que se recuperou totalmente e voltou para casa.

 A britânica Laura Kucic. (Foto: Divulgação)

Leia mais em G1.globo.com >>

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Ressonância magnética



Contraste e vantagens - parte 2



Desvantagens e novas tecnologias - parte 3



Howstuffworks - comotudofunciona

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Produção de Raios X

Raios X podem ser produzidos quando elétrons são acelerados em direção a um alvo metálico.



O choque do feixe de elétrons (que saem do catodo com energia de dezenas de KeV) com o anodo (alvo) produz dois tipos de raios X. Um deles constitui o espectro contínuo, e resulta da desaceleração do elétron durante a penetração no anodo. O outro tipo é o raio X característico do material do anodo. Assim, cada espectro de raios X é a superposição de um espectro contínuo e de uma série de linhas espectrais características do anodo.

O espectro contínuo é simplesmente uma curva de contagens por segundo, versus comprimento de onda do raio X, ou seja Intensidade versus l. Observe que todas as curvas têm em comum o fato de que há um comprimento de onda mínimo, abaixo do qual não se observa qualquer raio X. O curioso é que este valor não depende do material do anodo.


Agora, baseados no modelo de Bohr podemos entender como são gerados os raios característicos, e por quê o espectro obtido com o tungstênio apresenta apenas espectro contínuo.

Quando o elétron proveniente do catodo incide no anodo, ele pode expulsar um elétron orbital. A órbita de onde o elétron será expulso, depende da energia do elétron incidente e dos níveis de energia do átomo do anodo. A lacuna deixada por este elétron será preenchida por um elétron mais externo. Neste processo, a radiação X será emitida, com freqüência  dada pela eq.

Leia Também : Bremsstrahlung

sábado, 19 de junho de 2010

Radiografia de tórax ajuda a prever efeito da gripe A em pacientes

Estudo fornece dados significativos que irão ajudar a triagem de pessoas que apresentam suspeitas de gripe suína.

Radiografias de tórax iniciais podem ajudar a prever o resultado clínico da gripe H1N1, mas o resultado inicial normal não pode excluir uma evolução desfavorável, de acordo com as conclusões de um estudo retrospectivo, publicado na edição de abril da revista Radiology.
"Nosso estudo fornece dados significativos que irão ajudar a triagem de pacientes clínicos apresentando suspeitas de gripe H1N1", disse o autor Galit Aviram, MD, de Tel Aviv Sourasky Medical Center, Universidade de Tel Aviv, em Israel, em um comunicado à imprensa.

Cientistas relacionam consumo de arroz branco com diabetes tipo 2

Pesquisadores recomendam a substituição de grãos inteiros, incluindo o arroz, para reduzir o risco de desenvolvimento da doença

Arroz branco consumido em excesso pode favorecer o surgimento do diabetes tipo 2, de acordo com estudo de pesquisadores de Harvard School of Public Health. Segundo a pesquisa americana, a doença tem menor índice entre pessoas que optam pelo arroz integral. Os cientistas americanos investigaram a utilização do arroz branco e integral por 157.463 mulheres e 39.765 homens, que foram acompanhados durante 14 anos como voluntários em três estudos diferentes.

Alergia a frutos do mar não é causada por iodo, mostram estudos do New York Times.

Alergias a frutos do mar representam a forma mais comum de alergia alimentar em adultos, afetando de 2 a 3% dos norteamericanos. Porém, há vários mitos a respeito dessa condição.
A inverdade mais comum pode ser a de que alergias a moluscos em particular, que representam a maioria das alergias a frutos do mar, seriam causadas por uma intolerância ao seu conteúdo de iodo. Como resultado, muitos pacientes que aparecem em hospitais para realizar exames de tomografia computadorizada --e outros procedimentos de imagens de raios-X que envolvem agentes de contraste contendo iodo, temem graves reações alérgicas. 
Leia Mais >>

terça-feira, 1 de junho de 2010

Sistema Endócrino


Sistema endócrino é formado pelo conjunto de glândulas que apresentam como atividade característica a produção de secreções denominadas hormônios.

Frequentemente o sistema endócrino interage com o sistema nervoso, formando mecanismos reguladores bastante precisos. O sistema nervoso pode fornecer ao sistema endócrino informações sobre o meio externo, enquanto que o sistema endócrino regula a resposta interna do organismo a esta informação. Dessa forma, o sistema endócrino em conjunto com o sistema nervoso atua na coordenação e regulação das funções corporais.

Leia Mais>>

Video em Espanhol (Legendado)






domingo, 16 de maio de 2010

Densitometria óssea


Video em Espanhol - TELEMADRI

A Densitometria Óssea estabeleceu-se como o método mais moderno, aprimorado e inócuo para se medir a densidade mineral óssea e comparado com padrões para idade e sexo.

Essa é condição indispensável para o diagnóstico e tratamento da osteoporose e de outras possíveis doenças que possam atingir os ossos.

Os aparelhos hoje utilizados conseguem aliar precisão e rapidez na execução dos exames, a exposição a radiação é baixa, tanto para o paciente como para o próprio técnico. O técnico do sexo feminino pode trabalhar mesmo estando grávida.

As partes mais afetadas na osteoporose são: o colo do fêmur, coluna, a pelve e o punho. As partes de interesse na obtenção das imagens para diagnóstico são o fêmur e a coluna vertebral.

Sabe-se que hoje a densitometria óssea é o único método para um diagnóstico seguro da avaliação da massa óssea e consequente predição do índice de fratura óssea.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, a osteoporose é definida como doença caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da micro-arquitetura do tecido ósseo.

É recomendado que se repita anualmente a densitometria óssea para que o médico controle o acompanhamento evolutivo da osteoporose.

É o único exame de imagem preventivo de doenças

O objetivo de se fazer uma densitometria óssea é avaliar o grau da osteoporose, indicar a probabilidade de fraturas e auxiliar no tratamento médico. O paciente não necessita de preparo especial e nem de jejum.

O exame leva aproximadamente 15 minutos. A osteoporose pode ser controlada com base nos resultados obtidos com a densitometria.
fonte:  wikipedia