quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Efeito Compton

Pixel e Voxel



Tomógrafo 5 - Geração



Tomógrafo 2 - Geração

Tomógrafos

5 -  Geração


4 -  Geração


3 - Geração


2 - Geração


1 - Geração

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Frear Radição


Radiação produzida quando elétrons acelerados são freados bruscamente contra um alvo. A palavra de origem alemã significa: Bremsen= Frear e Strahlung= radiação.

Quando partículas carregadas, principalmente elétrons, interagem com o campo elétrico de núcleos de número atômico elevado ou com a eletrosfera, elas reduzem a energia cinética, mudam de direção e emitem a diferença de energia sob a forma de ondas eletromagnéticas, denominadas de raios X de freamento ou "bremsstrahlung".

A energia dos raios X de freamento depende fundamentalmente da energia da partícula incidente. Os raios X gerados para uso médico e industrial não passam dos 500 keV, embora possam ser obtidos em laboratório raios X até com centenas de MeV. Como o processo depende da energia e da intensidade de interação da partícula incidente com o núcleo e de seu ângulo de "saída", a energia da radiação produzida pode variar de zero a um valor máximo, sendo contínuo seu espectro em energia.

Nota: Na produção de raios X de freamento são produzidos também raios X característicos referentes ao material com o qual a radiação está interagindo. Esses raios X característicos somam-se ao espectro de raios X de freamento e aparecem com picos destacados nesse espectro.

Ao interagir com a matéria, a radiação incidente pode também transformar total ou parcialmente sua energia em outro tipo de radiação. Isso ocorre na geração dos raios X de freamento, na produção de pares e na radiação de aniquilação.

Enquanto que os raios X característicos são provenientes da interação em processos de decaimento.

Estudante de design cria guarda chuva com filmes radiográficos.

A estudante de design industrial mostra sua criação sustentável /Fotos: Divulgação

Você certamente deve ter guardado em casa algum exame de raio- X que, após o diagnóstico, não serviu para mais nada. Mas isso foi até a estudante de design industrial da Universidade da Filadélfia, Anastacia Spada, criar esse guarda-chuva feito com raios-X reaproveitados.

Além de ser a prova d’água, o filme radiográfico é altamente perigoso para o meio ambiente, especialmente se descartado inadequadamente – o que torna sua reutilização ainda mais benéfica. Devido aos componentes químicos presentes no filme, o descarte em lixo comum pode acabar poluindo solo e lençóis freáticos.

Em sua página pessoal, a estudante conta que se inspirou na revista ReadyMade, que mostra dicas e ensina truques para a casa, para criar o guarda-chuva. “Nos foi dada a tarefa de encontrarmos objetos que normalmente são descartados e replanejá-lo de forma semelhante aos projetos encontrada na revista”, conta.
Com cerca de 24 raios-X é possível montar um guarda-chuva novo e totalmente original

Todos os trabalhos entregues pelos alunos seriam apresentados à revista, que ainda pediu uma descrição de cada criação e uma justificativa dizendo por que ela seria interessante para os leitores. “Nosso instrutor desafiou-nos ainda mais, exigindo instruções desenhadas e incluindo apenas o texto mais necessário”.

X-Ray Umbrella

“Apesar de não ser difícil de montar, pode levar algum tempo para recolher os raios-X suficientes. Mas há uma boa razão para fazê-lo: um tempo de vida de um raio-X pode ser maior do que o das fotos de casamento, mas eles raramente são vistos por outra pessoa a não ser o seu médico”, contou a estudante.

Para montar o X-Ray Umbrella são necessários, em média, 24 raios-X grandes, além de um guarda-chuva velho, tesoura, máquina de costura, alica

Desafio Radiológico

                                                           

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Simulador de Raios X

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Sistema Circulatório

Sistema Respiratório

Sistema Sensorial

Sistema Nervoso

quarta-feira, 7 de julho de 2010

O Esqueleto Humano.



Complemento (Video em Espanhol)

Adolescente alérgica tem choque anafilático após beijar namorado

Britânica de 14 anos é alérgica a nozes e beijou namorado após ele comer cereais com avelãs.

Um vestígio de avelã entrou no sistema digestivo de Laura Kukic na escola e em poucos minutos seu rosto inchou e ela ficou com dificuldades de respirar, sintomas típicos de quem sofre um choque anafilático.
Funcionários de um hospital para onde ela foi levada deram uma injeção de adrenalina para a adolescente, que se recuperou totalmente e voltou para casa.

 A britânica Laura Kucic. (Foto: Divulgação)

Leia mais em G1.globo.com >>

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Ressonância magnética



Contraste e vantagens - parte 2



Desvantagens e novas tecnologias - parte 3



Howstuffworks - comotudofunciona

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Produção de Raios X

Raios X podem ser produzidos quando elétrons são acelerados em direção a um alvo metálico.



O choque do feixe de elétrons (que saem do catodo com energia de dezenas de KeV) com o anodo (alvo) produz dois tipos de raios X. Um deles constitui o espectro contínuo, e resulta da desaceleração do elétron durante a penetração no anodo. O outro tipo é o raio X característico do material do anodo. Assim, cada espectro de raios X é a superposição de um espectro contínuo e de uma série de linhas espectrais características do anodo.

O espectro contínuo é simplesmente uma curva de contagens por segundo, versus comprimento de onda do raio X, ou seja Intensidade versus l. Observe que todas as curvas têm em comum o fato de que há um comprimento de onda mínimo, abaixo do qual não se observa qualquer raio X. O curioso é que este valor não depende do material do anodo.


Agora, baseados no modelo de Bohr podemos entender como são gerados os raios característicos, e por quê o espectro obtido com o tungstênio apresenta apenas espectro contínuo.

Quando o elétron proveniente do catodo incide no anodo, ele pode expulsar um elétron orbital. A órbita de onde o elétron será expulso, depende da energia do elétron incidente e dos níveis de energia do átomo do anodo. A lacuna deixada por este elétron será preenchida por um elétron mais externo. Neste processo, a radiação X será emitida, com freqüência  dada pela eq.

Leia Também : Bremsstrahlung

sábado, 19 de junho de 2010

Radiografia de tórax ajuda a prever efeito da gripe A em pacientes

Estudo fornece dados significativos que irão ajudar a triagem de pessoas que apresentam suspeitas de gripe suína.

Radiografias de tórax iniciais podem ajudar a prever o resultado clínico da gripe H1N1, mas o resultado inicial normal não pode excluir uma evolução desfavorável, de acordo com as conclusões de um estudo retrospectivo, publicado na edição de abril da revista Radiology.
"Nosso estudo fornece dados significativos que irão ajudar a triagem de pacientes clínicos apresentando suspeitas de gripe H1N1", disse o autor Galit Aviram, MD, de Tel Aviv Sourasky Medical Center, Universidade de Tel Aviv, em Israel, em um comunicado à imprensa.

Cientistas relacionam consumo de arroz branco com diabetes tipo 2

Pesquisadores recomendam a substituição de grãos inteiros, incluindo o arroz, para reduzir o risco de desenvolvimento da doença

Arroz branco consumido em excesso pode favorecer o surgimento do diabetes tipo 2, de acordo com estudo de pesquisadores de Harvard School of Public Health. Segundo a pesquisa americana, a doença tem menor índice entre pessoas que optam pelo arroz integral. Os cientistas americanos investigaram a utilização do arroz branco e integral por 157.463 mulheres e 39.765 homens, que foram acompanhados durante 14 anos como voluntários em três estudos diferentes.

Alergia a frutos do mar não é causada por iodo, mostram estudos do New York Times.

Alergias a frutos do mar representam a forma mais comum de alergia alimentar em adultos, afetando de 2 a 3% dos norteamericanos. Porém, há vários mitos a respeito dessa condição.
A inverdade mais comum pode ser a de que alergias a moluscos em particular, que representam a maioria das alergias a frutos do mar, seriam causadas por uma intolerância ao seu conteúdo de iodo. Como resultado, muitos pacientes que aparecem em hospitais para realizar exames de tomografia computadorizada --e outros procedimentos de imagens de raios-X que envolvem agentes de contraste contendo iodo, temem graves reações alérgicas. 
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terça-feira, 1 de junho de 2010

Sistema Endócrino


Sistema endócrino é formado pelo conjunto de glândulas que apresentam como atividade característica a produção de secreções denominadas hormônios.

Frequentemente o sistema endócrino interage com o sistema nervoso, formando mecanismos reguladores bastante precisos. O sistema nervoso pode fornecer ao sistema endócrino informações sobre o meio externo, enquanto que o sistema endócrino regula a resposta interna do organismo a esta informação. Dessa forma, o sistema endócrino em conjunto com o sistema nervoso atua na coordenação e regulação das funções corporais.

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Video em Espanhol (Legendado)






domingo, 16 de maio de 2010

Densitometria óssea


Video em Espanhol - TELEMADRI

A Densitometria Óssea estabeleceu-se como o método mais moderno, aprimorado e inócuo para se medir a densidade mineral óssea e comparado com padrões para idade e sexo.

Essa é condição indispensável para o diagnóstico e tratamento da osteoporose e de outras possíveis doenças que possam atingir os ossos.

Os aparelhos hoje utilizados conseguem aliar precisão e rapidez na execução dos exames, a exposição a radiação é baixa, tanto para o paciente como para o próprio técnico. O técnico do sexo feminino pode trabalhar mesmo estando grávida.

As partes mais afetadas na osteoporose são: o colo do fêmur, coluna, a pelve e o punho. As partes de interesse na obtenção das imagens para diagnóstico são o fêmur e a coluna vertebral.

Sabe-se que hoje a densitometria óssea é o único método para um diagnóstico seguro da avaliação da massa óssea e consequente predição do índice de fratura óssea.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, a osteoporose é definida como doença caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da micro-arquitetura do tecido ósseo.

É recomendado que se repita anualmente a densitometria óssea para que o médico controle o acompanhamento evolutivo da osteoporose.

É o único exame de imagem preventivo de doenças

O objetivo de se fazer uma densitometria óssea é avaliar o grau da osteoporose, indicar a probabilidade de fraturas e auxiliar no tratamento médico. O paciente não necessita de preparo especial e nem de jejum.

O exame leva aproximadamente 15 minutos. A osteoporose pode ser controlada com base nos resultados obtidos com a densitometria.
fonte:  wikipedia

Mamografia



A mamografia é o exame das mamas realizado com baixa dose de raios x. É utilizado de forma preventiva para o Câncer de mama e também como método diagnóstico, quando já há a suspeita da existência de uma anomalia. O exame de mamografia é obtido através de um aparelho chamado mamógrafo.
Os benefícios da mamografia quanto a uma descoberta precoce e tratamento do câncer mamário são muito significativos, sendo muito maiores do que o risco mínimo da radiação e o desconforto que algumas mulheres sentem quando a mama é comprimida durante o exame.

Ressonância magnética


Em Inglês

É uma técnica que permite determinar propriedades de uma substância através do correlacionamento da energia absorvida contra a frequência, na faixa de megahertz (MHz) do espectromagnético, caracterizando-se como sendo uma espectroscopia. Usa as transições entre níveis de energia rotacionais dos núcleos componentes das espécies (átomos ou íons) contidas na amostra. Isso dá-se necessariamente sob a influência de um campo magnético e sob a concomitante irradiação de ondas de rádio na faixa de frequências acima citada.

Histórico
O conceito de spin surgiu da necessidade de se explicar os resultados até então impensados na experiência de Stern-Gerlach na década de 1920. Nessa experiência, um feixe colimado de átomos de prata, oriundos de um forno a alta temperatura, atravessavam um campo magnético altamente não-homogêneo. Tal experiência era destinada a medir a distribuição dos momentos magnéticos, devidos principalmente aos elétrons. Como os átomos, na temperatura em que estavam emergindo do forno, estavam no seu estado fundamental 1S0, deveriam sofrer desvios nulos na presença do campo magnético não-homogêneo. A distribuição esperada era da perda da coerência espacial do feixe durante o seu tempo de vôo, do forno de origem até o alvo. Tal não sucedeu, contudo.

O resultado obtido foram duas manchas de depósito de prata sobre o alvo, indicando que o feixe se dividira em dois durante o percurso. Isso indicou que os átomos de prata do feixe ainda tinham um grau de liberdade de momento angular, mas que não era o momento angular orbital dos elétrons no átomo, mas sim um momento angular intrínseco destas partículas. A esse "momento angular intrínseco" deu-se o nome de spin (significando giro em português).

Em 1924, Wolfgang Pauli postulou que os núcleos comportar-se-iam como minúsculos ímãs. Mais tarde, experiências similares, porém mais sofisticadas, aos do Stern-Gerlach determinaram momentos magnéticos nucleares de várias espécies.

Posteriormente, em 1939, Rabi e colaboradores submeteram um feixe molecular de hidrogênio (H2) em alto vácuo a um campo magnético não-homogêneo em conjunto com uma radiação na faixa das radio-freqüências (RF). Para um certo valor de freqüência o feixe absorvia energia e sofria pequeno desvio. Isso era constatado como uma queda da intensidade observada do feixe na região do detector. Este experimento marca, historicamente, a primeira observação do efeito da ressonância magnética nuclear.

Nos anos de 1945 e 1946 duas equipes, uma de Bloch e seus colaboradores na Universidade de Stanford, e outra de Purcell e colaboradores na Universidade de Harvard procurando aprimorar a medida de momentos magnéticos nucleares observaram sinais de absorção de radio-freqüência dos núcleos de 1H na água e na parafina, respectivamente, pelo que os dois grupos foram agraciados com o prêmio Nobel de Física em 1952.

Quando Packard e outros assistentes de Bloch substituíram a água por etanol, em 1950 e 1951, e notaram que havia três sinais e não somente um sinal1 ficaram decepcionados. Entretanto, esse aparente fracasso veio a indicar alguns dos aspectos mais poderosos da técnica: a múltipla capacidade de identificar a estrutura pela análise de parâmetros originados de acoplamentos mútuos de grupos de núcleos interagentes.

Pouco tempo depois, em 1953, já eram produzidos os primeiros espectrômetros de RMN no mercado, já com uma elevada resolução e grande sensibilidade.

Nos equipamentos de ressonância magnética para imageamento biológico, os núcleos dos átomos de hidrogênio presentes no objeto de análise são alinhados por um forte campo magnético e localizados por bobina receptora devidamente sintonizada na frequência de ressonância destes.
Animação: ressonância magnética
Nesta imagem encontra-se um cérebro a ser auscultado por ressonância magnética.

Espectroscopia de ressonância magnética nuclear
Em espectroscopia, o processo de ressonância magnética é similar aos demais. Pois também ocorre a absorção ressonante de energia eletromagnética, ocasionada pela transição entre níveis de energia rotacionais dos núcleos atômicos, níveis estes desdobrados em função do campo magnético através do efeito Zeeman anômalo.

Como o campo magnético efetivo sentido pelo núcleo é levemente afetado (perturbação essa geralmente medida em escala de partes por milhão) pelos débeis campos eletromagnéticos gerados pelos eletrons envolvidos nas ligações químicas (o chamado ambiente químico nas vizinhanças do núcleo em questão), cada núcleo responde diferentemente de acordo com sua localização no objeto em estudo, actuando assim como uma sonda sensível à estrutura onde se situa.
 Magnetismo macroscópico e microscópico
O efeito da ressonâncita magnética nuclear fundamenta-se basicamente na absorção ressonante de energia eletromagnética na faixa de freqüências das ondas de rádio. Mais especificamente nas faixas de VHF.

Mas a condição primeira para absorção de energia por esse efeito é de que os núcleos em questão tenham momento angular diferente de zero.

Núcleos com momento angular igual a zero não tem momento magnético, o que é condição indispensável a apresentarem absorção de energia electromagnética. Razão, aliás, pertinente a toda espectroscopia.

A energia electromagnética só pode ser absorvida se um ou mais momentos de multipolo do sistema passível de absorvê-la são não nulos, além do momento de ordem zero para electricidade (equivalente à carga total).

Para a maior parte das espectroscopias, a contribuição mais importante é aquela do momento de dipolo. Se esta contribuição variar com o tempo, devido a algum movimento ou fenômeno periódico do sistema (vibração, rotação, etc), a absorção de energia da onda electromagnética de mesma freqüência (ou com freqüências múltiplas inteiras) pode acontecer.

Um campo magnético macroscópico é denotado pela grandeza vetorial conhecida como indução magnética B (ver Equações de Maxwell). Esta é a grandeza observável nas escalas usuais de experiências, e no sistema SI é medida em Tesla, que é equivalente a Weber/m3.

Em nível microscópico, temos outra grandeza relacionada, o campo magnético H, que é o campo que se observa a nível microscópico. No sistema SI é medido em Ampere/m.

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